foto: Wladimir Vaz

Felipe Antunes nasceu em São Paulo em 1983.

 

 

É cantor, pesquisador e principal compositor do grupo paulistano Vitrola Sintética, com o qual lançou três álbuns. O mais recente com o grupo, “Sintético” (2015), recebeu 2 indicações ao Grammy Latino nas categorias Melhor Artista Revelação e Melhor Engenharia de Gravação. Em 2016, voltou a ser indicado, como compositor - ao lado de Otavio Carvalho - do single "DEUS" (Sintético B - Vitrola Sintética), na categoria "Melhor Canção Alternativa".

Lâmina (2016)  é seu primeiro trabalho solo e tem as participações de Ná Ozzetti, Helio Flanders, Juliana Perdigão, Enzo Banzo e Bocato. Tocaram no disco Kezo Nogueira, Leonardo Mendes, Chicão (Rafael Montorfano), Meno Del Picchia, Wem Mason, Thomas Rohrer, Arthur Matos e Otavio Carvalho. A produção foi de Felipe, Luca Fasano e Wem. Luca também assina a edição e mixagem ao lado de Otavio Carvalho. A masterização foi de Felipe Tichauer.

 

O disco vem dentro de um livro com letras, fotos, poemas, e outros escritos assinados por Felipe. A concepção de “disco-livro”, que tem prefácio de Mauricio Pereira, foi realizada em parceria com a editora Urutau.

 

A capa de Lâmina é baseada em uma imagem do fotógrafo espanhol Chema Madoz. Felipe e Chema se conheceram durante a turnê do músico de 2015, que passou por Madrid. O período coincidiu com a exposição fotográfica de Chema, intitulada “Las reglas de juego”. 

CRU (2018) é o segundo álbum-livro solo, foi gravado em Portugal com o violoncelista holandês Tjalle Rens e teve participações de Xis, Nástio Mosquito (Angola), Kika, Oswaldo de Camargo e Lenna Bahule (Moçambique). Além de canções autorais também traz uma regravação de Super-Homem - A canção, de Gilberto Gil.

Visão Noturna (2020): com Nástio gravou, em abril de 2019, o álbum Visão Noturna (pela Natura Musical), com Guilherme Kastrup, Fábio Sá, Leonardo Mendes e Kika Carvalho na banda. O álbum esta previsto para o primeiro semestre do próximo ano.

Vitrola Sintética 

 

o Vitrola é formado por Felipe Antunes (voz e guitarra), Rodrigo Fuji (piano e guitarra), Otavio Carvalho (baixo e sintetizadores) e Kezo Nogueira (bateria e mpc). A banda começou em 2007/2008, mas o primeiro disco, “Notícias”, só chegou em 2009. Após shows nas casas independentes de São Paulo, a banda gravou, em 2012, o segundo álbum, “Expassos”, que levou o grupo a se apresentar em espaços importantes da cidade, como Studio SP e Centro Cultural São Paulo. No final de 2013, o Vitrola cruzou a fronteira para uma turnê de 4 shows pela Argentina. 

 

De volta ao Brasil, o grupo iniciou a concepção do terceiro álbum, “Sintético”, lançado em 2015 e que teve ótima repercussão de crítica, levando o trio a ser indicado a duas categorias do Grammy Latino: Melhor Artista Revelação e Melhor Engenharia de Gravação e gerando uma turnê americana que passou por Los Angeles, Las Vegas, San Diego e Big Bear. Em 2016, nova indicação à premiação, dessa vez como Melhor Canção Alternativa, com o single DEUS.

Em 2018 lançaram o EP Voz/Sexo com Modelos [Vitrola Sintética e Marilina Bertoldi (Argentina)]; além disso lançarão um novo álbum, com produção de Tó Brandileone (5 a Seco), e participações de Josyara, Paulo Miklos, Roberto Mendes e Manoel Cordeiro no segundo semestre de 2019.

Teatro

 

Em 2015 foi responsável (ao lado de Rubens Alexandre Consulini) pela direção musical e execução em cena da peça “Cabaré Garcia”, dirigida por Renan Tenca Trindade (EAD/Teatro de Narradores - protagonista de “O Escolhido”, Netflix 2019). O espetáculo tem dramaturgia de Vinícius Garcia Pires, atuação de Helena Miguel e Rafael de Bona, e volta em cartaz no segundo semestre de 2016. 

Também participou, acompanhando a atriz e diretora Bete Coelho, e ao lado de Gui Calzavara, do texto-manifesto de Vladimir Safatle interpretado na abertura da MIT 2017, em frente ao Teatro Municipal - SP.

Foi Diretor Musical (indicado ao Prêmio Shell 2019)  e Músico em “Mãe Coragem”, espetáculo de Bertold Brecht com Bete Coelho e direção de Daniela Thomas que esteve em cartaz com 36 apresentações no SESC Pompeia entre junho e julho de 2019; integraram a banda: Juliana Perdigão/Gui Augusto e Allan Abbadia/Edinaldo Santos.

 

Academia

 

Na academia sua carreira rendeu mestrado (2008), doutorado (2013) e pós-doutorado (2017), todos em ciências. O primeiro projeto - assim como sua graduação (ambos aplicados aos materiais) - foi realizado na Universidade de São Paulo (USP). O segundo numa parceria entre a USP, o Ipen e a Universidade de Aveiro (Portugal). E o terceiro numa parceria entre o Ipen e a Universidad Autónoma de Madrid (Espanha).

 

Tumblr

 

O espaço livre de textos e fotos!

http://antunesfelipe.tumblr.com/

 

Discografia

 

- Notícias (2009) [Vitrola Sintética]

- “Expassos” (2013) [Vitrola Sintética]

- Sintético (2015) [Vitrola Sintética]

- Sintético B - EP (2016) [Vitrola Sintética]

- Lâmina (2016) [Solo]

- Voz (2018) - EP [Vitrola Sintética]

- CRU (2018) [Solo]